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  • Juliana Bertoncel

Sempre recebo perguntas como estas: “Como lidar com mãe tóxica?”

Sempre que falo sobre honrar pai e mãe, reverenciar, tomar, e aceitar o passado como foi, os posts geram gatilhos de dor e acionam em algumas pessoas conflitos internos e resistência ao se abrir para uma nova visão e possibilidade > Entendo perfeitamente!


Muitos em sua infância não tiveram lares estáveis, harmoniosos, com os pais dando amor e na postura de adultos, e os filhos recebendo e sendo cuidados.


Muitos tiveram pais ausentes, que abandonaram a esposa e filhos. Outros tiveram pais (pai ou mãe) presentes mas que agrediam, humilhavam, e/ou que culpavam seus filhos pelos seus próprios sofrimentos. Olhavam para os filhos como se fossem um peso. Esperavam RECEBER dos filhos cuidados ao invés de cuidar.


Quando estamos feridos, entendo que é muito difícil compreender que esses pais tinham/tem as próprias questões não resolvidas, as próprias dores, e que talvez eles não tenham dado conta de lhe dar nada mais que a sua própria vida… é muito desafiador conseguir acolher e ao mesmo tempo libertar alguém que nos feriu tanto! Parece injusto… parece que você está dando mais ainda sem ter recebido.


Lhe faço um convite para olhar para além da dor. Não estou aqui para dizer que eu estou certa e quem não concorda comigo está errado. O objetivo de compartilhar textos aqui pelo instagram é levar um conhecimento que me fez muito bem e que também mudou a vida de muitos dos meus clientes ao conseguirem fazer esse movimento interno!


Tente internamente criar duas imagens:

> separe o pai/mãe que você tem - aquela pessoa que te transmitiu a vida [permaneça internamente conectado com essa pessoa, ame, honre e agradeça]

> do homem/mulher que eles se tornaram dentro da sua vida [se for o caso, se afaste das agressões, mantenha distância física, cuide bem da sua vida SEM se sentir CULPADA. Como exposto acima, eles estão feridos e têm suas próprias questões. Não sinta dó e nem os trate como criança).


> Busque terapia, venha constelar, acolha sua dor e não permita que sua biografia gire em torno de um trauma da infância. Você não precisa continuar vivendo e olhando apenas para essa dor.


A vida pode ser MAIS!


Beijos de luz,

Juliana Bertoncel










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