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  • Juliana Bertoncel

Você ama seu filho(a) mas ressente o pai dele(a)?

Para que um filho seja gerado, é preciso uma parte que vem da mulher (mãe) e uma parte que venha do homem (pai). O pai, para Bert Hellinger, se complementa perfeitamente com a mãe para gerar algo NOVO e belo. Ainda que os seus papéis possam se inverter e variar, um não existe SEM o outro na concepção.


Independente de como foi essa intimidade para a concepção; independente se o pai foi presente ou negligente durante a vida da criança... não muda o fato que que você só é mãe através da parte complementar que veio deste homem!


Sei que este é um assunto que pra muitas mães gera dor, ressentimento, revolta, e que ainda é difícil se libertar das suas histórias internas e sair das memórias tristes que vivenciou como marido/mulher para conseguir olhar adiante….


Mas neste dia especial, faço o convite para essa reflexão:

Quem se separa é o casal, o vínculo pais e filhos continua e não termina nunca mais (sistêmicamente o vínculo é eterno).


Perceba que se um dos cônjuges acredita que fez a escolha errada e jamais deveria ter vivido aquele relacionamento/intimidade, está também dizendo que o filho foi uma escolha indevida.


É dessa forma que chega na criança: “sou um erro”, “não sou bem-vindo(a)”.


O melhor para os filhos é cultivar neles o amor e admiração pelos pais, lembrando que o filho é 50% pai e 50% mãe.


Diga a partir do seu coração:

– "Eu escolhi o melhor pai para você meu filho (a)! Me alegro e sou grata pelo seu pai me permitir ser sua mãe. Você é minha maior bênção! E agora, aprendo a amar seu pai em você!"


Como esse texto ressoa em você?


Beijos de luz,

Juliana Bertoncel




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