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  • Foto do escritorJuliana Bertoncel

Como eu superei a dor crônica:


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Passei 15 anos sentindo dores intensas, todos os dias, 24 horas por dia, sem que os médicos conseguissem me fornecer um diagnóstico conclusivo da origem das dores.


Durante muito tempo me senti injustiçada e castigada pela vida. Por que eu? Por que tudo aquilo estava acontecendo comigo? Foi quando percebi que “brigar com a vida” só piorava minha dor: me deixava ainda mais tensa e mais nervosa.


Neste momento, tomei uma decisão interna que mudou absolutamente tudo. Parei de duvidar se os tratamentos “iriam dar certo”, parei de dizer “vou tentar” e adotei uma nova postura, uma nova forma de pensar: decidi “fazer ATÉ dar certo!”


De forma determinada, meu foco passou a ser a busca de soluções. Priorizei o meu tempo e o meu dinheiro nesse objetivo. E, ao tomar essa decisão firme em meu coração, parece que o universo se reorganizou para me abrir caminhos de solução.


Foi somente aos 29 anos que recebi o diagnóstico de endometriose, e após quase dois anos de diversos tratamentos, recuperei minha dignidade, meu bem-estar e minha vida de volta. Hoje já fazem 8 anos que VIVO SEM DOR.


A hora de retribuir:

Logo que comecei a melhorar, decidi que iria fazer tudo que estivesse ao meu alcance para evitar que outras mulheres passassem pelo mesmo que passei.


Me dediquei a estudar sobre dor. Fiz um curso sobre dor crônica no Hospital das Clínicas de São Paulo e mais alguns módulos da formação online Change Pain.


Também comecei uma formação em Constelação Sistêmica para poder entender e solucionar a correlação entre ancestralidade e doenças, e me aprofundei mais ainda nos estudos sobre musicoterapia, dor e analgesia musical.


Passei um tempo compartilhando minha experiência nos meus atendimentos de terapia individual no programa “A dor alivia, você cresce: Mais saúde, mais alegria, mais vida, mais você!”.


Neste programa, as clientes aprendiam a lidar com a dor de forma assertiva, ou seja, se tornavam capazes de ir além e reverter o ciclo vicioso da dor, respeitando os limites impostos por ela.


Como consequência, passavam a se sentir cada vez melhor. Tudo isso era realizado com recursos como: técnicas e dicas de analgesia musical; exercícios de respiração curativa, meditação, constelação sistêmica, cantoterapia e psicoeducação sobre dor.


Em paralelo, fui convidada para escrever um pouco sobre a minha experiência tanto como paciente quanto como profissional de dor para o Blog Ufa! Chega de dor!


Este e-book Dor crônica: sua vida sem ela, é um resumo dos pontos mais importantes que vivenciei como paciente de dor crônica quanto a soma de toda a minha experiência profissional fazendo o acompanhamento terapêutico.


Meu recado para você que sofre com dores/outros diagnósticos são: tenha em mente que este talvez seja o maior desafio de sua vida, mas é um desafio com começo, meio e FIM. Acredite!



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