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Sim! A musicoterapia pode ser usada como PREVENÇÃO e manutenção do equilíbrio bio-psico-emocional. Mesmo que você não tenha uma queixa específica, ter um horário reservado só para que você se escute, aprenda mais sobre si mesma, possa dar atenção exclusiva para você já produz milagres no seu bem-estar e na sua saúde como um todo.


O processo terapêutico se dá a partir da aliança entre o terapeuta e o paciente. Na confiança e abertura para que sejam partilhadas experiências passadas e futuras; abrindo-se para perceber e notar movimentos e respostas no meio social e conteúdos internos. 


Os movimentos não verbais também expressam muito de si a outrem, portanto, o que se ouve, como essa música chega a nós, que conteúdos manifestados reportam e lembram, demonstram parte de nós que podem ser trabalhados em terapia, promovendo saúde e qualidade de vida.

Juliana Bertoncel, musicoterapia, musicoterapeuta, terapia e música

O musicoterapeuta cuida de você de forma integral (mente, corpo, emoções) através da música.


A musicoterapia é uma terapia com bases científicas, não alternativa, que necessita de um musicoterapeuta qualificado para conduzir o processo musicoterapeutico, onde proporciona um canal de comunicação com o paciente através de músicas, sons e elementos musicais, com o objetivo de prevenir, tratar e/ou reabilitar o ser humano de maneira integral - aspectos físicos, emocionais, e mentais. 

Dentro das sessões o paciente é convidado a explorar instrumentos, a cantar, a perceber como determinados sons atuam no seu corpo, quais memórias afloram, gestos-som, a compor letras e músicas com o auxilio do musicoterapeuta, a resgatar o prazer de ouvir música, a conhecer os sons do seu próprio corpo, e principalmente a criar ou resgatar sua identidade sonora. Visa promover o equilíbrio entre o pensar e o sentir, resgatando a “afinação” do indivíduo, de maneira coerente com sua afinação interna. É importante dizer que o paciente não precisa nunca ter estudado música ou saber tocar algum instrumento. 

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No Espaço Terapia e Música, os atendimentos clínicos com musicoterapia são individuais.


Fora do espaço - na sua empresa, eventos, workshops, clínica de dor, clínica de repouso e etc - os atendimentos são na maioria das vezes em grupo. 

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A música estimula a liberação de hormônios do prazer, estimula a criatividade, atenção, entre outros. Mas ela sozinha não realiza resultados consistentes, transformadores e de duração de longo prazo. São benefícios imediatos e não controlados.

 

No entanto, para os pacientes que participam de um processo musicoterapeutico, com sessões regulares, orientado por um musicoterapeuta qualificado (formado em gradução ou pós-gradução), as transformações que acontecem durante as sessões são levadas para o dia a dia do paciente, promovendo uma melhora significativa na qualidade de vida do paciente e dos seus cuidadores/familiares. 

Musicoterapia só com musicoterapeuta qualificado!

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A musicoterapia é indicada para todo mundo que gosta de música e que deseja utilizar essa afinidade e prazer como uma ferramenta para desenvolver potenciais, saúde, comunicação para alcançar uma enorme realização interna intra e inter pessoal.
Para o atendimento musicoterapêutico não é necessário que o paciente esteja familiarizado com os instrumentos musicais ou saiba 
Dentro do processo terapêutico a música e seus elementos são utilizadas de diversas formas, como audição musical, recriar (tocar ou cantar) uma música que já existe, compor uma letra ou uma música, improvisar uma sonoridade, banho sonoro, entre outros. 
 - "Mas eu não sei tocar nada, como vou tocar ou compor uma música?"
Estou aqui para isso! O musicoterapeuta é um facilitador para sua expressão e experiência sonora, e é muito mais fácil do que você imagina.

 

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Não! Da mesma forma que papear com um amigo não é igual a passar por um atendimento com psicóloga, ouvir em casa uma música que você goste não é musicoterapia. 

A música estimula a liberação de hormônios do prazer, estimula a criatividade, atenção, entre outros. Mas ela sozinha não realiza resultados consistentes, transformadores e de duração de longo prazo. São benefícios imediatos e não controlados. 


No entanto, para os pacientes que participam de um processo musicoterapeutico, com sessões regulares, orientado por um musicoterapeuta qualificado (formado numa graduação ou pós-graduação), as transformações que acontecem durante as sessões são levadas para o dia a dia do paciente, promovendo uma melhora significativa na qualidade de vida do paciente e dos seus cuidadores/familiares.

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Ao falar em Musicoterapia, logo vem a pergunta: Como funciona esse método terapêutico? – É aula de música? Canta-se, toca-se para o paciente? Como é que funciona esse processo terapêutico? 
A Musicoterapia não é aula de música e nem apenas uma forma de atuação onde o terapeuta canta e toca com o paciente. 


O musicoterapeuta é um profissional qualificado que cursa quatro anos de graduação e se aprimora tanto na parte clínica, quanto na parte musical, que é utilizada como instrumento de trabalho por esse profissional. O estudante de musicoterapia tem aulas de música (percepção, instrumento, canto, teoria musical), aulas de psicologia, neurologia, psiquiatria, gerontologia que são áreas médicas, além da história da arte, filosofia, sociologia etc. 


Durante o processo musicoterapeutico, o paciente terá sessões de musicoterapia. Assim como você não chama atendimentos de psicologia de aula, e nem os pacientes de aluno, o mesmo vale para a musicoterapia. Ou seja, os termos corretos são: \"sessões\"; \"paciente\"; \"processo musicoterapeutico\". 

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As sessões de musicoterapia promovem um espaço para a reorganização cognitiva, física-motora, afetiva, mental e social. Ativa a memória e fortalece o sentido de identidade e o contato com a realidade. A música, ao evocar os sentimentos, pode fornecer meios para a expressão e estimular a consciência de partes de si mesma que até então ainda não estavam integradas.

A Musicoterapia é indicada para todas as idades e diferentes quadros (gestantes, bebês, crianças, adultos, idosos, pacientes com deficiência mental, auditiva e doença mental, e até mesmo pacientes em coma). Só não é recomendada para pacientes portadores de epilepsia musicogênita. 
No meu consultório realizo um trabalho amplo e muito eficaz com pacientes com dor crônica e/ou depressão. Também atendo muitas mulheres com medo de falar em público, que acham que sua voz é infantil, que apresentam dificuldade em falar não, em se posicionar diante da vida, promovendo auto-conhecimento, auto-estima, e resgate da força interna feminina. 

Uma terceira vertente, são os atendimentos para a terceira idade. Idosos que apresentam um comprometimento grande em relação à função cognitiva e a independência funcional a musicoterapia também pode ser usada para abrir canais de comunicação e sistematizar ações diárias, como embutir em canções informações sobre como se vestir e/ou sequencia de ações de higiene pessoal. 

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Sim! Claro que sim!

Para os atendimentos exclusivos com a Musicoterapia é preciso que você venha presencialmente, tanto na zona oeste quanto na zona sul de SP.

No entanto, caso vc more longe, vc pode ser atendido por mim por Skype nas seguintes especialidades:
> Aula de Canto 
> Cantoterapia
> Curso "A dor alivia, você cresce: mais saúde, mais alegria, mais vida, mais você!" (Para dor crônica / tristeza/ angústia / depressão).

Para isso o paciente precisa de uma boa conexão de internet, fones de ouvido e um local que preserve sua privacidade.